Voltar para Artigos

Barratranstornosalimentares 

   

Por Aline Paixão Quinto

 

       Os transtornos alimentares vêm ganhando destaque ultimamente como um grave problema social e de saúde pública, trazendo como conseqüências prejuízos biopsicossociais expressivos, atingindo de forma generalizada uma grande parcela da população.

    Os transtornos mais comuns são o comer compulsivo – preocupação exagerada com comida; a anorexia nervosa – recusa de alimentação, obsessão pela magreza; e a bulimia – comer compulsivamente, para depois, provocar os vômitos.

      Por um longo tempo os homens ficaram excluídos do diagnóstico do transtorno alimentar, pois acreditava-se que ocorriam apenas em mulheres. Estima-se que os homens representem 10% do número de casos de anorexia e bulimia nervosa, mas alguns estudos chegam a apontar porcentagem maior.
      Alguns homens apresentam maior risco de desenvolver um transtorno alimentar, por exercerem profissões e esportes que estão ligados a uma preocupação exagerada com o peso e a forma do corpo: jóqueis, bailarinos, modelos, fisiculturistas, lutadores de luta livre, corredores, ginastas.

      Esse transtorno compreende a esfera genética, social, cultural e psicológica. E com isso, as emoções estão fortemente ligadas a este transtorno.

      A insegurança, a busca da felicidade constante e o perfeccionismo compõem um prato cheio para a compulsão. Digo literalmente um prato cheio. Pois muitas vezes a compulsão vem com a carência de alguns sentimentos. Essa tal falta é trocada por comida, “são as compensações”.

     É muito mais fácil compensar essa falta com o excesso de comida. Na hora dá até um certo alívio, mas é apenas um paliativo e volta e meia a tristeza vem à tona .

Aline Paixão Quinto

CRP : 05-32715

Psicóloga clínica e hospitalar

Email: linepaixao@yahoo.com.br

Voltar para Artigos

 

Rua Conde de Bonfim, nº 112, sala 806, Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - Cep 20520-053

Telefone 3437-0196

  Site Map